Enquanto discutimos se a enfermeira ou enfermeiro, que manipula o catéter do #elenão usou ou não luvas. Enquanto nos estarrecemos com ao vice do #elenão, que parece superar o chefe em truculência e falta de bom senso, o #temerário corre pela beirada. E o petróleo brasileiro escorre, em outra hemorragia criminosa. Nessa sexta-feira 28, a ANP (Agência Nacional de Petróleo) realiza a 5ª rodada de partilha para a exploração e produção de petróleo e gás natural no pré-sal. Lida assim, a informação pode até passar batida. O problema está, entre outros aspectos, no preço da negociata.

Em matéria esclarecedora, o Sul 21 publica importante reportagem.

“A Federação Única dos Petroleiros (FUP) ingressou com uma ação judicial contestando a realização da 5ª Rodada de Licitação do Pré-Sal. Cerca de 16,5 bilhões de barris em cinco blocos das bacias de Santos e de Campos serão leiloados. A Petrobras e 11 multinacionais farão parte da disputa, que ocorre na sexta-feira (28).

A entidade questiona o valor que o governo, através da Agência Nacional do Petróleo, pretende arrecadar com o leilão: R$ 7 bilhões. Segundo a ação, protocolada na terça-feira (25), o país terá prejuízos diante da alta do valor do petróleo no mercado internacional se mantiver essa estimativa. Gerson Castellano, integrante da diretoria da FUP, chama a postura do governo de “entreguista”. Leia mais no link do Sul 21.

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